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17/03/2010 às 07h21
Preparação para um assalto
Em geral, todo assalto conta com uma determinada preparação que consiste em:
1.Pré-eleição do alvo: esta fase pode levar meses, dias ou apenas alguns segundos. É a fase em que o bandido irá escolher quem irá abordar
2.Identificação do alvo: O alvo foi escolhido. Geralmente o mais fraco, mais distraído ou com base que o bandido procura (bolsa, modelo de carro, etc)
3.Vigilância (*): período que o bandido avalia toda a situação antes do ataque (abordagem)
4.Planejamento: o bandido já tem tudo o que precisa, agora ele planeja como será o ataque (dia, hora, local, forma de abordagem, arma, etc.)
5.Ataque (**): o bandido faz a abordagem. Nesta fase já não há como fazer prevenção. Menos de 5% de êxito nas ações de interrupção.
(*) Melhor momento para interromper a ação do bandido
(**) Pior momento para interromper a ação do bandido
O bandido
- Não quer ser exposto- Sempre faz uma seleção das vítimas- Sempre irá escolher a mais fácil, ou seja, a pessoa mais desatenta- Durante um assalto o bandido está nervoso, com medo e geralmente com as mãos trêmulas- Portanto, a prevenção é o melhor remédio contra a criminalidade que não pára de crescer no Brasil.
Regras
O bandido não tem descrição nem perfil exatos, pois as modalidades criminosas são infinitas. O modelo de bandido trajando chinelo e bermuda está ultrapassado. Hoje muitas pessoas relatam ter sido abordadas em semáforos por homens elegantes de terno e gravata, ao abrir o vidro, foram assaltadas. A participação de mulheres também cresceu muito.
Observe sempre:
O comportamento As mãos (geralmente escondidas nos bolsos) A camisa por fora da calça com volume aparente, pode significar que a pessoa porta arma de fogo Os olhos (dizem que os olhos são o reflexo da alma, isso de fato funciona, observe os olhos e saberá se há ou não intenção ruim).
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22/02/2010 às 03h03
E o processo através do qual as organizações analisam metodicamente os riscos inerentes as sua atividades, com o objetivo de atingirem uma vantagem sustentada em cada atividade individual o no conjunto de todas elas,
O ponto central de uma boa gestão de riscos e a identificação e/ou tratamento dos mesmos, acrescentando valor em forma sustentada em todas as atividades da organização. Coordena a interpretação dos potenciais aspectos positivos e negativos de todos os fatores que podam afetar ao ente. Aumenta a possibilidade de êxito reduz a probabilidade de fracasso e incertezas no logro dos seus objetivos .
A gestão de riscos deve ser um processo contínuo e em constante desenvolvimento aplicado a estratégia da organização e a implementação dessa mesma estratégia. Deve analisar metodicamente todos os riscos inerentes às atividades passadas, presentes e , em especial futuras de uma organização. Deve ser integrada na cultura da organização como uma política eficaz conduzida pela alta direção . Deve traduzir a estratégia em objetivos tácticos e operacionais, atribuindo responsabilidade na gestão dos riscos por toda a organização, como parte integrante da respectiva descrição de funções. Esta pratica sustenta a responsabilização, a avaliação do desempenho e respectiva recompensa , promovendo desta forma a eficiência operacional em todos os níveis da organização.
O QUE É GERÊNCIA DE RISCO
A gestão de riscos protege e acrescenta valor à organização e aos diversos intervenientes, apoiando da seguinte forma os objetivos da organização:
criação de uma estrutura na organização que permita que a atividade futura se desenvolva de forma consistente e controlada.
melhoria da tomada de decisões, do planejamento e da definição de propriedades, através da interpretação abrangente e estruturada da atividade do negócio, da volatilidade dos resultados e das opoirtunidades/ameaças do projeto.
contribuição para uma utilização/atribuição mais eficiente do capital e dos recursos dentro da organização.
redução da volatilidade em áreas de negócio não essenciais.
proteção e melhoria dos ativos e da imagem da empresa.
desenvolvimento e apoio à base de conhecimentos das pessoas e da organização
otimização da eficiência operacional.
FONTE:
Associação Brasileira de Gerência de Riscos
Site: www.abgr.com.br